Os C’azoada têm as suas raízes na Música Tradicional, a partir da qual constroem um repertório que reflete o cancioneiro madeirense, com as suas melodias, letras e formas, preservando a sonoridade e a identidade dos instrumentos tradicionais.
A sua abordagem musical caracteriza-se por uma fusão entre o tradicional e o contemporâneo, conferindo à música dos C’azoada uma personalidade única, desprovida de preconceitos e convenções. Dessa forma, é possível enquadrar os C’azoada na categoria da “Música do Mundo”, mais especificamente como Folk Music.
Com quase duas décadas de existência, a banda conta com diversos concertos e trabalhos no âmbito da Música Tradicional, mantendo uma constante procura pela evolução musical, através de novas recolhas e abordagens inovadoras.
Destacam-se as participações nos festivais Fica na Cidade, Enseada, Música nos Museus, em várias edições do Festival Raízes do Atlântico, do Festival do Atlântico, eventos da Secretaria do Ambiente, Turismo e Cultura (Carnaval, Festa da Flor, Vindimas e Natal), Arte Camacha, Aqui Acolá, Música nas Capelas, Santa Faz, Música nas Ruínas, bem como representações em mostras e festas regionais, na Madeira e Porto Santo.
Para além da gravação do tema Percursos, inserido no álbum Levadas e Veredas da Madeira de 2007 e da gravação do EP C’azoada em 2021, contam com registos musicais nos programas Parlamento Musical, Alto e Bom Som, Atípico, Sexta às 20, Raízes Sonora da RTP Madeira, bem como a gravação do vídeo clipe dos temas Lima Limão e Teresinha de Jesus. Salienta-se, em 2024, o concerto em Lisboa na Livraria Ler Devagar, no LX Factory, no lançamento do livro O João cabeça no ar e na abertura da exposição Lisboa menina e moça de Joana Viegas no Museu Casa da Luz, Funchal.
Termo tradicional madeirense, uma expressão exclamativa que quer definir um som diferente, forte e que é capaz de ser ouvido a muita distância.